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Meu blog sobre engenharia, tecnologia, ciência da Computação, etc.

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10 coisas que todo desenvolvedor web deve saber

Entrar na área do desenvolvimento web por conta própria pode ser um grande desafio, daqueles que exigem que você tente, falhe, repense e tente novamente antes de finalmente chegar ao ponto desejado.

Mas saber de algumas coisas antes de começar na área pode tornar a experiência do aprendizado um pouco menos “traumática”, como afirmou no Quora o desenvolvedor web Avi Flombaum.

O especialista autodidata também é professor e fundador da escola de programação Flatiron School, nos EUA, e deu dez dicas relacionadas ao tema como resposta à pergunta “O que desenvolvedores web autodidatas gostariam de já saber antes de ter começado?”.

A dúvida, como
dá para ver, é mais voltada para o desenvolvimento web, mas algumas das sugestões podem muito bem servir para outros campos. Confira a seguir:

1. “Aprender a trabalhar com outros desenvolvedores é muito importante”

O primeiro ponto levantado por Flombaum é o trabalho em equipe. “Quando você é autodidata, precisa passar muito tempo trabalhando sozinho”, escreveu.

“Mas é absolutamente essencial que você aprenda a trabalhar com outros desenvolvedores.”

E o especialista não fala apenas de comunicação, mas também de divisão de projetos, que precisa ser feita de forma correta.

“Três desenvolvedores trabalhando juntos de uma vez sempre vão ser mais rápidos mesmo do que o melhor desenvolvedor trabalhando sozinho.”

2. “Saber como as coisas funcionam é diferente de saber como usá-las”

A dica faz referência aos muitos padrões e arquiteturas envolvidos no processo de desenvolvimento.

Flombaum afirma que, ao começar o processo de aprender sozinho, você tem duas opções de como se relacionar com essa infinidade: pode ignorar tudo ou pode usar as coisas que forem necessárias mesmo “sem saber como elas funcionam ou por que existem”.

Mas fugir dessa regra e aprender mais sobre os padrões e arquiteturas que você pretende usar pode poupar um bom tempo no fim das contas.

3. “Não tenha medo de falar com os outros”

Saia e “converse com os programadores que você admira”, escreve o especialista da Flatiron School. Vá às conferências e faça como ele, parando para conversar com outros profissionais da área.

O professor afirma que essas abordagens o colocaram em contato com desenvolvedores do porte de Yehuda Katz e Ilyia Grigorik, e também o ajudaram a receber feedback da comunidade e colaboraram com seu aprendizado.

4. “Seja seus heróis”

Flombaum também recomenda que todos “imitem” desenvolvedores que admiram, algo que ele não se arrepende de ter feito.

“Ele tentaram escrever um livro? Eu vou tentar escrever um livro. Eles escreveram uma biblioteca? Eu vou tentar escrever uma biblioteca”, afirmou.

Mesmo que nenhuma das experiências tenha sido bem sucedida, serviram como um bom aprendizado “para ser um profissional”.

5. “Leia os livros, mesmo que você não os entenda”

“Se você vai fazer parte de uma discussão e da comunidade, deveria tentar saber do que você está falando”, escreveu o especialista.

A ideia é que, ainda que você não entenda o que está lendo, ao menos algo será extraído da experiência – mesmo que esse algo sejam apenas os nomes dos principais autores da área.

Flombaum ainda indica algumas obras para começar, como “Learn to Program”, de Chris Pine, e“Weaving the Web”, do patrono da rede Tim Berners-Lee – ambos em inglês, e sendo este último bom para contextualizar.

6. “A aparência do código conta”

Há quem discorde, mas o professor garante: “A forma como seu código é lido e visto pelos outros é algo muito importante”.

Para garantir tudo isso, é bom não deixar nada quebrado, “nomear corretamente suas variáveis”, “ter nomes de métodos que batem com o estilo e a sintaxe das linguagens”, entre outros pontos.

Flombaum também é um pouco radical quanto à presença de comentários, algo que ele pareceu tolerar apenas em quantidade razoável e que não deve ser usado como “muleta”, nas palavras dele.

7. “É melhor ser competente em algo do que um expert em nada”

“Nada substitui os básicos”, escreveu Flombaum, para depois afirmar que iniciantes não devem dar prioridade às ferramentas “da moda”.

O ponto depois é reforçado por outro programador, Michael Soileau, que disse: “Fique bom em JavaScript, depois melhore em JQuery, CoffeeScript e outros frameworks. Fique bom em PHP, para só então aprender como o WordPress o influencia. Melhore em Rails, e depois veja como as pedras preciosas [Ruby, no caso] tornam as coisas mais fáceis”.

O ideal, concordam os dois, é que os desenvolvedores web que estão começando deem prioridade às linguagens que melhor se encaixam em seus objetivos.

8. “Aprender a desenvolver não é algo que acontece de uma vez”

O professor da Flatiron School compara a curva de aprendizado na área de desenvolvimento web a um S – ou seja, algo que está longe de ser constante.

É bem provável que você vá ficar travado em um ponto, para só depois voltar a crescer em termos de aprender coisas novas.

“Você só precisa ser aplicado ao encarar esses percalços, porque é algo que vai acontecer frequentemente na sua carreira”, afirmou.

“Lembre-se de que, se você continuar, eventualmente tudo vai acabar fazendo sentido.”

9. “Ruby pode ser um bom lugar para começar”

E isso “mesmo que a linguagem não importante muito para um desenvolvedor iniciante”, escreve ele.

É um ponto polêmico, mas é mais uma preferência de Flamboum mesmo, que se diz admirador da ideia por trás do Ruby, uma linguagem criada “para fazer os desenvolvedores felizes”.

Se estiver interessado, vale checar a página oficial, que tem alguns tutoriais.

10. “Apaixone-se pelo trabalho”

Por fim, o mais importante, visto que não dá para ir muito longe sem gostar do que faz.

“É difícil passar pelas partes difíceis sem amar a profissão”, escreve o especialista, para depois levantar alguns pontos positivos da área, dizendo o quanto as criações de desenvolvedores podem acabar impactando tudo – e que você pode fazer parte disso.

fonte : Exame-Abril

Checking out what is new with Servlet 3.0

To com preguiça de traduzir o post abaixo e coloco na integra o artigo extraído de um blog, quem visita o meu blog deve saber ler em inglês , logo não vejo grandes complicações. O assunto é interessante , é utilizar anotations para substituir as declarações de deploy em arquivos XML em projetos java web, enjoy .

With the JEE6 specification hitting the market, some major changes have taken place with respect to how you would approach developing applications in the enterprise application world. In this article i would be touching upon a few changes that were done with respect to web application development.

First things first, say good bye to the web.xml deployment descriptor (at least for parts of it). Well its not like it is deprecated, but with the rise of the usage of annotations and their usage, the new specification allows us to define our configuration using annotations, though some thing such as welcome file lists, context params etc will still need to go inside your web.xml . Annotations available for use are;
@WebServlet
@WebFilter
@WebInitParam
@WebListener
@MultipartConfig

In this article i would be checking out the @WebServlet and @WebFilter annotations. Let us see how we would usually map a servlet in the web.xml era;

1    <servlet>
2        <servlet-name>myservlet</servlet-name>
3        <servlet-class>com.example.MyServlet</servlet-class>
4    </servlet>
5  
6 <servlet-mapping>
7  <servlet-name>myservlet</servlet-name>
8  <url-pattern>/hello</url-pattern>
9 </servlet-mapping>

With the Servlet 3.0 spec, now configuring a Servlet is as easy as annotating a class that extends HttpServlet. Lets see how that looks like;

01 @WebServlet('/student')
02 public class StudentServlet extends HttpServlet{
03  
04  /**
05   *
06   */
07  private static final long serialVersionUID = 2276157893425171437L;
08  
09  @Override
10  protected void doPost(HttpServletRequest arg0, HttpServletResponse arg1)
11    throws ServletException, IOException {
12   StringBuilder response = new StringBuilder(500);
13   response.append('').append('Registered Student : ').append(arg0.getParameter('txtName')).append('

);

14   arg1.getOutputStream().write(response.toString().getBytes());
15   arg1.getOutputStream().flush();
16   arg1.getOutputStream().close();
17  }
18 }

All you need is the @WebServlet annotation. In order for this to work, the class should reside either in the WEB-INF/classes folder or within a jar residing in the WEB-INF/lib folder. Next up lets see how we would configure a filter with annotations.

01 package com.blog.example.servlettest;
02  
03 import java.io.IOException;
04  
05 import javax.servlet.Filter;
06 import javax.servlet.FilterChain;
07 import javax.servlet.FilterConfig;
08 import javax.servlet.ServletException;
09 import javax.servlet.ServletRequest;
10 import javax.servlet.ServletResponse;
11 import javax.servlet.annotation.WebFilter;
12  
13 @WebFilter('/student')
14 public class StudentFilter implements Filter{
15  
16  @Override
17  public void destroy() {
18  }
19  
20  @Override
21  public void doFilter(ServletRequest arg0, ServletResponse arg1,
22    FilterChain arg2) throws IOException, ServletException {
23  
24   if(arg0.getParameter('txtName')==null || arg0.getParameter('txtName').isEmpty())
25   {
26    arg1.getWriter().append('Invalid name supplied');
27    arg1.getWriter().flush();
28    arg1.getWriter().close();
29   }
30   else
31   {
32    arg2.doFilter(arg0, arg1);
33   }
34  }
35  
36  @Override
37  public void init(FilterConfig arg0) throws ServletException {
38   // TODO Auto-generated method stub
39  
40  }
41  
42 }

Again very easy. Just a mere annotation to notify it as a filter. Note that here we implement the Filter interface. The value or theurlPatterns should be available. Using both is illegal as per the specification.

In the coming weeks i will cover the other new annotations available with JEE6 and wrap up with a comprehensive example using them together. If JEE6 will replace Spring framework or not is not a question by itself, but i believe we would be seeing some fierce competition between the two. The annotations vs xml debate is more or less resolved with people with preference for each holding their own grounds. I believe a little bit from both worlds would be beneficial for an application.

You can download and run a sample example which i have uploaded here. If you are using JBoss-AS7 all you need to do is run the application server on standalone mode and do a mvn package jboss-as:deploy and point the browser to http://localhost:{port}/servlet3.0.

That is it for today. Thank you for reading and if you have any comments or suggestions for improvement, please do leave by a comment.

Have a good day all!!

Reference: Checking out what is new with Servlet 3.0 from our JCG partner Dinuka Arseculeratne at the My Journey Through IT blog.

Livro do Google que explica a web está disponível em português

Livro online explica em linguagem simples noções básicas da web

O Google anunciou nesta quinta-feira que o livro online 20 coisas que eu aprendi sobre navegadores e a internet está disponível em mais 15 idiomas, entre eles o português. O livro, lançado no ano passado em inglês, explica em linguagem descomplicada, tecnologias básicas da web. Com ilustrações e linguagem simples, o livro explica princípios básicos da web, como HTML5, plug-ins, cookies e como manter a segurança dos dados na internet.

O design e a navegação são iguais ao de um livro, com capa, índice e animações para virar a página, e o livro é ilustrado por Cristoph Niemann. O projeto recebeu uma menção honrosa no Webby Awards em três categorias. A página foi totalmente desenvolvida em HTML5. Quem não sabe o que é HTML5 pode buscar as explicações no livro online, pelo endereço www.20thingsilearned.com/pt-BR .

Configurar o apache Tomcat no Mac Os X

O tomcat é servlet container muito utilizado para programação java na web, veja a seguir alguns passos básicos para instalar esse servidor no Mac OS X:

1. Download do Tomcat (http://tomcat.apache.org/index.html)

2. Descompactar o ficheiro (unzip ou tar zxvf) para uma directoria (exemplo: /Users/utilizador/Library/apache-tomcat-x.x.x)

3. Acrescentar no ficheiro /Users/utilizador/.profile a seguinte linha:

export CATALINA_HOME=/Users/utilizador/Library/apache-tomcat-x.x.x

4. Dar permissõoes de execução aos shell scripts:

chmod +x /Users/utilizador/Library/apache-tomcat-x.x.x/bin/*.sh

5. E já está, é só iniciar o servidor:

/Users/utilizador/Library/apache-tomcat-x.x.x/bin/startup.sh

abrar seu navegador e veja se o tomcat está ativo no endereço http://localhost:8080/

>Configurar o apache Tomcat no Mac Os X

>

O tomcat é servlet container muito utilizado para programação java na web, veja a seguir alguns passos básicos para instalar esse servidor no Mac OS X:

1. Download do Tomcat (http://tomcat.apache.org/index.html)

2. Descompactar o ficheiro (unzip ou tar zxvf) para uma directoria (exemplo: /Users/utilizador/Library/apache-tomcat-x.x.x)

3. Acrescentar no ficheiro /Users/utilizador/.profile a seguinte linha:

export CATALINA_HOME=/Users/utilizador/Library/apache-tomcat-x.x.x

4. Dar permissõoes de execução aos shell scripts:

chmod +x /Users/utilizador/Library/apache-tomcat-x.x.x/bin/*.sh

5. E já está, é só iniciar o servidor:

/Users/utilizador/Library/apache-tomcat-x.x.x/bin/startup.sh

abrar seu navegador e veja se o tomcat está ativo no endereço http://localhost:8080/

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